
Amigos, durante os anos em que morei em São Paulo, tive a sorte de ter aulas particulares de História da Arte com uma professora cinéfila, na época, recém-formada em artes plásticas. Literalmente nos esbaldamos. Foram quatro anos de filmes e filmes, novos e antigos, históricos ou não, cada um melhor do que o outro. Filha de um arquiteto com uma psicanalista, hoje, a Dani é uma das minhas amigas mais “cabeça”. A coleção de vídeos do seu orkut é invejável. Tô sempre passeando por lá, afinal, obviamente, virei cinéfila também. :) E outro dia, qual o vídeo que achei por lá? Closer – Perto Demais.
Essa semana, numa lida rápida em vários textos não especializados da blogosfera, foi impossível não perceber que uma das questões – de sempre – é relacionamento. Mágoas, dúvidas, medos, amores e ódios… enfim, ninguém escapa, ao menos uma vez, de sentimentos tão intensos. E quem sabe lidar com isso? Levanta o dedo… E de que filme me lembrei? Closer – Perto Demais.
Roberto DaMatta, outro dia escreveu: “Num universo que se acredita feito de indivíduos em disputa, as afinidades aparecem como enigmas; o amor surge como um oásis ou um inferno; e as simpatias irresistíveis nascem como patologias.” (O Globo e O Estado de SP, 24/01/2007)
E há tempos, Vinicius concluiu: “A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida.”
Veja mais:
Video-trailer maravilhoso do filme Closer. Mais encontros e desencontros, impossível…E a música inicial é linda – vale um doce para quem não reconhecera versão em portugues :)
Crítica do filme, por Rodrigo Ghedin Foto : divulgação; montagem no photoshop
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Oi Ana, gostei muito desse filme; amor verdadeiro com seus sabores e dissabores né? Abração.
Márcio.
P.S.: estou me viciando em seu blog. Bom demais! Parabéns!
Obrigada, Márcio, volte sempre! :)